27 de mar. de 2008

Federação dos Estudantes de Agronomia rompe com a UNE

Sebastião Vilhena, do DCE da UFPA, e Gleison “Pessoa”, da Superintendência Regional 6 – Feab


Abaixo, divulgamos o relato dos estudantes de Agronomia Sebastião e Gleison que participaram da plenária na qual se resolveu desligar a Feab da UNE

Às 4h10 da manhã do dia 24 de março de 2008,em Belém (PA), na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) a Plenária Nacional de Entidades de Base de Agronomia 2008 (Pneb de Páscoa) organizada pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (Feab) votava a ruptura com a UNE por ampla maioria dos votos num dos espaços mais ricos de discussão dessa federação.

A Pneb tinha como uma de suas principais tarefas votar a ruptura da Feab com a União Nacional dos Estudantes, cumprindo a resolução do 50º Congresso Nacional dos Estudantes de Agronomia, que encaminhou essa discussão a sua base para que a deliberação pudesse ser fruto de um acúmulo da federação em todas as regionais do país.

Durante os cinco dias que a Pneb durou, a Feab respirou um dos principais debates em nosso país, a discussão sobre a reorganização sindical, camponesa e estudantil pela qual passa o Brasil e a América Latina. A necessidade de se entender qual a alternativa a se tomar ou construir ficaram vivas na expressão de cada participante ali presente, que se empenhava para contribuir com o debate da melhor forma, visando a construir a melhor resolução sobre o tema.

Passavam diariamente pela UFRA em torno de 50 ativistas do movimento estudantil, entre delegados vindos de todas as partes do país e de outros municípios paraenses, bem como vários ativistas que constroem a Frente de Luta Contra as Reformas, especialmente e em maior número os da Conlute que vem construindo a luta junto aos estudantes e ativistas da agronomia na UFRA.

Vários foram os temas debatidos: Conjuntura Nacional, agroecologia, a questão da opressão à mulher e ao homossexual entre outros temas. A discussão acerca da ruptura com a UNE se realizou na tarde do dia 21, sexta-feira santa no calendário cristão. A mesa foi facilitada por representações da FOE, Consulta Popular e Conlute.

Pela Cordenação Nacional dos Estudantes, esteve presente a estudante Camila Lisboa, que afirmou que “a decisão da Feab de romper com a UNE, para além de ser uma decisão histórica, coloca na ordem do dia para a federação e todo o movimento estudantil brasileiro, a necessidade de pensar novamente como o movimento estudantil brasileiro deve se reorganizar. Sendo agora livre das mãos governistas e burocráticas da União Nacional dos Estudantes, a esquerda e todos os estudantes que durante todo o ano passado fizeram lutas e ocuparam reitorias, deveriam se debruçar sobre qual alternativa será melhor para organizar as nossas lutas em mais um ano que o governo Lula despejará ataques à educação pública brasileira”.

Na plenária final, iniciada na noite do dia 23, surgiram três propostas sobre o tema, incluindo uma que recomendava à Feab não romper com UNE. Porém, ao final do debate, a tentativa do consenso resultou na seguinte resolução: “a esquerda brasileira passa por um período de reflexões e acúmulo de forças caracterizado pelo encerramento do ciclo com centralidade na disputa institucional. Diante dessa conjuntura, a Feab acredita que a UNE sofre uma crise de origem estrutural, consolidada pela burocratização e aparelhamento dessa entidade, que vai para além de uma crise de sua atual direção. Partimos do consenso da importância histórica que a UNE cumpriu para organização dos estudantes construindo e impulsionando lutas da classe trabalhadora. No entanto, a Feab consolida seu rompimento com a UNE e compreende que esta deixou de cumprir seu papel na organização do ME combativo. Esta posição não aponta neste período para a construção de uma nova entidade, pois as tarefas colocadas são o trabalho de base, formação política e lutas concretas. No entanto, compreendemos a importância do debate da reorganização para o ME brasileiro e do papel que a FEAB pode exercer neste debate”.

Apesar de a Regional 6 (contando com as escolas de Belém e Marabá) e a Escola de Fortaleza apresentarem, inicialmente, outra formulação para tal proposta, sendo estas umas das pioneiras na proposição de tal rompimento, essas escolas conseguiram articular juntamente a outras, as quais conformam a maioria de entidades e possuem ainda a Coordenção Nacional da Feab, tal proposta apresentada acima. Entretanto o sentimento das escolas de Belém, Fortaleza e outras que não estavam presentes na plenária segue sendo de que é necessário apontar no sentido da construção de uma Nova Entidade Estudantil, pois não se pode ficar vendo o bonde da história passar. É por esse motivo que, no mês passado, a Regional 6 assinou a convocatória da Executiva Nacional dos Estudantes de Letras e da Conlute e participou da primeira reunião convocada para discutir a construção de um Congresso Nacional de Estudantes e estará na base construindo todo o calendário de luta para este semestre.

26 de mar. de 2008


Secretária Mariza Abreu abandona audiência pública na Assembléia Legislativa
25/03/2008 - 18:25


A secretária estadual da Educação, Mariza Abreu, abandonou a audiência pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa quando a reunião foi transferida pela presidenta do órgão técnico, deputada Marisa Formolo (PT), do Plenarinho para o auditório Dante Barone. A mudança de local aconteceu para garantir a segurança das pessoas que lotaram o Plenarinho, os corredores da Assembléia, a sala da Comissão de Educação e parte do auditório Dante Barone. O início da audiência, na manhã desta terça-feira 25, foi tumultuado. A deputada Marisa teve de suspender a reunião por alguns momentos a fim de negociar com a secretária.

Deputados, secretária, Conselho Estadual de Educação e Ministério Público reuniram-se, reservadamente, na sala contígua ao Plenarinho, mas não houve acordo, apesar dos argumentos da presidenta da Comissão. "Cada um assume a sua responsabilidade", disse a deputada Marisa. "Como presidenta, suspendi a audiência no Plenarinho e transferi para o Dante Barone para preservar a integridade física dos presentes", ponderou. "Gostaria que a secretária tivesse a mesma capacidade que esta Casa tem de dialogar. Uma audiência pública é para ouvir a população. A secretária se negou ao debate", lamentou Marisa.

Desmonte - Professores, pais e alunos criticam o desmonte das escolas públicas do Rio Grande do Sul e queriam discutir o problema com a secretária. No início deste ano letivo, o governo do estado promoveu a chamada enturmação, ou junção de turmas, ultrapassando o número máximo de alunos recomendado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE). Houve o remanejo de alunos em cerca de 7.500 turmas, o fechamento de 105 escolas estaduais e a multisseriação. Além disso, foi encerrada a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e estimulada a municipalização da educação infantil.

Entre os inúmeros relatos e denúncias sobre a precariedade na educação pública gaúcha, a professora Líbia Aquino, da Escola Estadual Augusto Meyer, de Guaíba, fez um desabafo. "não temos suporte pedagógico. Temos apenas 38 professores para atender 1.200 alunos. A biblioteca foi fechada, a psicopedagoga foi retirada prejudicando os 45 alunos que necessitam de atendimento especial e os cegos estão sem atenção", registrou a educadora.


Stella Máris Valenzuela- Site www.cpers.com.br

No 1º de abril, dizer a verdade!

Editorial do Jornal Opinião Socialista - PSTU

Lula foi eleito pela esperança dos trabalhadores de mudança. Dezenas de anos aguardando uma mudança global no país em relação à exploração, a injustiça e a corrupção se canalizaram para a eleição de Lula. A experiência do primeiro mandato baixou as expectativas. A crise de 2005 mostrou que a corrupção do PT era a mesma do PSDB. O país continuou sendo o paraíso dos banqueiros e das multinacionais. A justiça e a polícia seguiram atacando os trabalhadores e protegendo os patrões, mesmo que abertamente corruptos e criminosos.

Mas a figura de Lula e o crescimento econômico mantiveram a popularidade do governo, trazendo a reeleição e o segundo mandato. As pequenas migalhas do crescimento econômico foram entendidas pelos trabalhadores como a mostra de que Lula “se preocupa com o povo”.

No fundo de tudo está uma mentira, um engano. Os trabalhadores pensam que Lula governa para eles, quando governa para os ricos, para a grande burguesia, os grandes industriais e banqueiros.

Para os trabalhadores sobram os pequenos reajustes do salário mínimo, enquanto os banqueiros têm aumentos históricos em seus lucros, que já eram gigantescos no governo de FHC. O povo pobre se endivida brutalmente com o crédito consignado para comprar uma geladeira, um fogão, enquanto os burgueses vão para o trabalho de helicóptero e gastam dez, vinte salários mínimos para comprar um vestido, um terno.

Lula fala que vai acabar com a sede dos nordestinos com a transposição do rio São Francisco, quando vai é canalizar bilhões e bilhões para os cofres das construtoras e do agronegócio. O governo apóia a GM que fala em “mais empregos” quando quer, na verdade, rebaixar os salários dos trabalhadores.

O apoio ainda majoritário dos trabalhadores ao governo está sustentado no engano e na mentira. Felizmente mais e setores identificam isso. Todo um setor popular da igreja católica está se enfrentando abertamente com Lula depois da greve de fome de Dom Cappio contra a transposição do São Francisco, ignorada pelo governo.

No 1° de abril, a Conlutas, junto esse setor da igreja e outras correntes, vai realizar um dia de mobilização contra as mentiras deste governo. Vamos unir os sindicatos, as entidades do movimento popular e estudantil em todo o país para dizer a verdade aos trabalhadores. Entre em contato com a Conlutas em seu estado para unir-se ao protesto.

25 de mar. de 2008


1° de abril: é dia de lutar contra as mentiras

A primeira reunião da Coordenação Nacional da Conlutas do ano resolveu apontar um plano que unifique as lutas de distintos setores nos meses de março e abril. A Conlutas considerou a mobilização contra a flexibilização na General Motors de São José dos Campos (SP), assim como a luta contra a transposição do São Francisco, como duas bandeiras gerais de todos os setores.
No dia 1° de abril, existirão mobilizações de rua de apoio a essas lutas e contra as mentiras do governo, como a da transposição do São Francisco, que diz que o projeto “vai acabar com a sede dos nordestinos” ou como a da GM, de “criar empregos” através da flexibilização”.Também estão sendo organizadas lutas de outros setores sociais já a partir de março. Os estudantes utilizarão a tradicional data de 28 de março (morte do estudante Edson Luís), para desencadear mobilizações contra a reforma privatizante do Reuni, ou seja, vão se mobilizar contra mais uma mentira do governo, de que esse projeto visa assegurar vagas aos estudantes mais pobres. Vários setores do funcionalismo público federal e estadual têm datas de começo de mobilização durante o mês de março.Conlutas começa o ano cumprindo sua vocação de unificação e coordenação das lutas. É preciso que os sindicatos e entidades do movimento popular assumam a importância dessa unificação e a discutam em assembléias de base.A dispersão dessas mobilizações pode levar à derrota de cada uma delas. O governo Lula e os patrões vão tentar jogar a opinião pública contra os trabalhadores, contando com o apoio completo das grandes empresas e da imprensa. Vai ainda se utilizar da CUT e da UNE, seus braços pelegos dentro do movimento para dividir os trabalhadores.A Conlutas decidiu também chamar ativamente o MST a se somar neste plano de lutas. Como se sabe, a direção deste movimento segue apoiando o governo. No entanto, existe uma situação cada vez mais explosiva no campo com o crescimento das grandes empresas do agronegócio, apoiadas integralmente pelo governo Lula. Isso leva a que o MST esteja cada vez mais prensado pela polarização crescente do campo. Por isso, devemos chamar o MST a romper com o governo para se somar às mobilizações dos trabalhadores da cidade e do campo.Para vencer, é preciso unir as lutas.
Todo apoio ao plano de lutas da Conlutas. No dia 1º de abril, vamos protestar juntos contra as mentiras deste governo.
Conferência GLBT do governo Lula: é preciso desmascarar esta farsa!
Douglas Borgesde Campinas (SP) e da Secretaria GLBT do PSTU

Entre os dias 6 e 8 de junho, acontecerá a I Conferência Nacional GLBT, convocada pelo governo federal para debater políticas públicas para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Amplos setores do movimento homossexual, principalmente aqueles diretamente relacionados ao governo Lula, estão se organizando para participar do evento. O furor em torno à tirada dos delegados está tomando conta de muitos ativistas, inclusive daqueles realmente preocupados com os rumos da luta pelos direitos GLBT.Contudo, para nós do PSTU, esta conferência não tem nada a ver com as legítimas reivindicações de gays e lésbicas. É um evento que faz parte de um conjunto de políticas para ganhar os movimentos que o governo Lula vem realizando com o objetivo de prender os movimentos sociais ao Estado, retirando-lhes a autonomia e a combatividade. Essa é a essência da Conferência GLBT do governo.

Controle político e burocrático

As políticas neoliberais implementadas por diferentes governos desde os anos 90 e aprofundadas por Lula têm uma particularidade em relação aos movimentos sociais. Sob o pretexto de democratizar e aumentar sua eficiência, o Estado vem se retirando de suas obrigações em relação aos direitos trabalhistas, sociais, previdenciários e às políticas públicas em geral.Para isso, terceiriza suas responsabilidades, transmitindo-as para a chamada “sociedade civil”, o que, na prática, tem resultado na cooptação de organizações e entidades, mediante o repasse de pequenas migalhas, com um duplo objetivo: cortar gastos do “social” e, ainda, “amarrar” estes movimentos junto a si. Este é o papel da Conferência Nacional GLBT. Tal como outros eventos governistas, esta será mais uma luxuosa atividade, com a participação de autoridades do Estado burguês, repleta da pompa oficial e feita sob medida para seduzir os setores que participarão, criando a doce ilusão de que estão sendo ouvidos e fazendo parte do “poder” público. A tática é muito simples: para deixar os setores oprimidos de fora, o melhor caminho é recebê-los pela porta da frente e, com isso roubar-lhes a independência. Para que não haja “imprevistos”, vale lembrar que o governo garantiu que 40% dos delegados sejam eleitos entre seus representantes oficiais.Esta tem sido a prática de Lula desde que chegou à presidência: manobras legais, formalismos, eventos midiáticos e todo um circo montado para iludir movimentos e comprometê-los com os estreitos limites de um governo de conciliação. Exemplos não faltam. Uma conferência semelhante sobre a questão racial, realizada há anos, não resultou em nada e, hoje, a Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial (Seppir) é mais famosa pelo escândalo do cartão corporativo de sua ex-ministra, Matilde Ribeiro, do que por projetos anti-racistas. Com relação às mulheres, o governo editou a Lei Maria a Penha, criminalizando as agressões e, depois, cortou 42% dos recursos para combater esta mesma violência. No caso GLBT, o melhor exemplo é o projeto “Brasil sem homofobia” que, por não receber quase nenhuma verba, acabou virando letra morta no papel.

Homofobia se combate com luta

Por estas e muitas mais, nós do PSTU saudamos a resolução do GT GLBT da Conlutas que aprovou a não participação na Conferência e o chamado à organização independente do setor.É fundamental que os lutadores gays e lésbicas denunciem mais esta tentativa de impor uma camisa-de-força aos movimentos sociais, com o objetivo de comprometê-los com um governo já comprometido, através alianças espúrias e conservadoras, como com a Igreja Universal, os coronéis do latifúndio e do agronegócio, Bush e a burguesia em geral.Entendemos que o papel do movimento GLBT é se organizar sim, mas de forma autônoma, para fazer frente ao Estado, a Lula e à burguesia, com um programa seu, construído em unidade com a classe trabalhadora e demais setores oprimidos pelo capitalismo.Neste sentido, também apoiamos a iniciativa do GT de GLBT da Conlutas em convocar uma reunião nacional para o dia 20 de abril, dentro do I Encontro Nacional de Mulheres da Conlutas, para discutir a organização do movimento homossexual de esquerda e preparar a participação dos GLBTs no I Congresso Nacional da entidade. Este é o caminho para organizarmos a luta contra a homofobia, independente de governos e da classe dominante, em unidade com outros movimentos sociais e combativos e com um projeto de transformação radical da sociedade.

16 de out. de 2007

DIA 11 DE OUTUBRO:
PROFESSORES E ESTUDANTES
CONTINUAM A LUTA CONTRA
OS ATAQUES A EDUCAÇÃO.





No dia 11 de outubro, cerca de 1500 trabalhadores em educação e estudantes, se mobilizam contras os ataques a educação pública patrocinados pelo Governo Yeda.


Professores se acorrentaram junto a Palácio do Governo Estadual para demonstrar sua indignação, recentemente Yeda volta anuciar mais ataques, antes era a politica de enturmação, agora Yeda apresenta um bacote de medidas, que entre elas está o aumento de impostos, congelamento de salários 8 meses antes das eleições, redução de investimentos, etc...


O Ato foi um grande vitória dos educadores e do movimento estudantil combativo, a Juventude do PSTU esteve presente mobilizando as escolas, sendo parte fundamental da construção do ato, levando para o ato mais de 200 estudantes.

1 de out. de 2007

Congresso de Estudantes da UFRGS decide barrar o REUNI

Thiago Mattos - DCE da UFRGS

Nos dias 27 e 28 de setembro foi realizado o 3º Congresso de Estudantes da UFRGS. Na sexta-feira à noite, a abertura do congresso iniciou com uma saudação das entidades e com um vídeo produzido sobre a ocupação da reitoria da universidade no primeiro semestre. Ainda no primeiro dia, ocorreu a discussão sobre democracia na universidade, com a presença de representantes da reitoria, da ADUFRGS, do ANDES e do próprio DCE-UFRGS. No sábado, foi a vez de os estudantes discutirem, pela parte da manhã, o decreto REUNI do governo Lula e suas consequências para a universidade pública. Participaram dessa mesa o ANDES, o DCE e o MUP. O MEC também foi convidado, mas, como de costume, fugiu do debate e não compareceu. Após o almoço, o estudantes se reuniram novamente, em torno da mesa sobre movimento estudantil nacional, com a participação da CONLUTE, da UJS e do DCE. Em torno das 18h da tarde, teve início a plenária final, onde se votou as resoluções apresentadas pelos grupos de discussão.

O congresso foi um grande sucesso, contando com a participação de mais de 150 estudantes, entre eles delegados e observadores. Foi uma verdadeira demonstração de democracia operária na universidade. A atual gestão do DCE, formada por militantes da FOE, da CONLUTE e independentes, passou em dezenas de salas de aula, de praticamente todos os cursos da universidade, para divulgar a luta contra o REUNI e o prórpio congresso, que girou em torno da preparação da luta contra o decreto do governo Lula. Em apenas 3 dias, na semana anterior ao congresso, foram coletadas mais de 1400 assinaturas entre os estudantes, exigindo da reitoria que se consultasse a posição de toda a comunidade acadêmica antes de aprovar o Reuni na UFRGS.

A plenária final foi uma grande vitória de todos os lutadores da Frente de Luta Contra a Reforma Universitária. Mais uma vez, se fortaleceu a unidade para deter o sucateamento da universidade pública imposto pelo governo federal. O congresso aprovou, como centro da atual gestão do DCE, a mobilização para barrar o REUNI. Também se deliberou pela construção e participação da marcha à Brasília no dia 24 de outubro, em parceria com o ANDES.

No final do congresso, os estudantes, mesmo cansados pela maratona exaustiva de discussões, deram mais uma mostra de democracia e de esforço na construção de uma saída unitária pro movimento estudantil combativo, que possa superar a burocracia e o peleguismo da UNE. Os estudantes aprovaram, como resolução, a participação do DCE nos fóruns da CONLUTE enquanto observador. Uma grande vitória para todos os atvisitas, rumo a uma nova direção para um novo movimento estudantil, surgido das ocupações que incediaram o primeiro semestre. Como saldo do congresso, o governo, junto com seus agentes da direção majoritária da UNE, saem derrotados. Agora é ampliar a mobilização contra o REUNI, e realizar em toda a universidade assembléias por cursos, que apontem a luta contra o decreto do governo. Agora é preparar a marcha a Brasília e barrar o REUNI no Brasil inteiro!
CONLUTAS-RS ORGANIZA ATIVIDADE PARA DEBATER A SITUAÇÃO DO HAITI.



PARTICIPE!

24 de set. de 2007

É hora de barrar o REUNI de Lula!

No marco da Contra-ofensiva que o movimento estudantil vem protagonizando desde a formação da Frente de Luta Contra a Reforma Universitária e a vitória da greve da USP, estudantes das universidades federais de todo o país entram em guerra contra o REUNI. No dia 24 de Abril do presente ano, o presidente Lula instituiu, através do decreto 6.096, o REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
Parte da Reforma Universitária de Lula, o REUNI significa o ataque mais ousado do governo Lula, até aqui, contra a Universidade Pública. Com essa medida Lula esperava decretar o fim do ensino superior federal no Brasil. Não por acaso.
De fato o REUNI ao promover mudanças estruturais nas instituições federais de ensino superior, significará a morte da Universidade pública, gratuita e de qualidade.

O decreto de Lula

O decreto de Lula se baseia em uma série de medidas que tem como objetivo coroar o projeto de privatização e sucateamento das Universidades Federais, que vem se desenvolvendo a mais de uma década em nosso país. Por trás do pomposo nome (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), o decreto esconde um conjunto de metas, que se implementadas transformarão as Universidades Federais em verdadeiros escolões de 3º grau, sem pesquisa, sem extensão, sem produção de conhecimento. Logo no artigo 1º em seu parágrafo 1º o decreto diz a que veio: “§ 1o O Programa tem como meta global a elevação gradual da taxa de conclusão média dos cursos de graduação presenciais para noventa por cento e da relação de alunos de graduação em cursos presenciais por professor para dezoito, ao final de cinco anos, a contar do início de cada plano.”
Em outras palavras o decreto prevê a elevação da taxa de conclusão da graduação para 90% nas universidades federais. Se levarmos em conta que hoje a taxa de conclusão média é de apenas 60%, e que o aumento da taxa, em 30%, se realizará sem o aumento do orçamento para as IFES (Instituições Federais de Ensino Superior) como um todo, podemos concluir que, muito provavelmente, o projeto do governo iniciará as aprovações automáticas nas Universidades Federais.
Além disso, o parágrafo 1º do artigo 1º estabelece a meta de um professor para cada 18 alunos. Levando em conta que atualmente a relação média nas IFES é de um para 10, podemos concluir que a meta do governo é praticamente dobrar o número de estudantes em cada sala de aula, sem aumentar o número de professores. Vale dizer que segundo as estatísticas do MEC/INEP, a relação de um para 18 é equivalente à que se verifica em média nas superlotadas classes do Ensino Médio nacional. Não há dúvida. O governo quer fazer com o ensino público superior o que seus antecessores fizeram ao ensino médio. Vale dizer que segundo os dados do próprio MEC, o governo quer aumentar dois índices que são inversamente proporcionais.
Ao analisarmos o quadro das IFES no país, podemos observar que as Universidades Federais que possuem um número maior de professores em relação ao número de alunos, são as que possuem o maior percentual de concluintes na graduação. É natural que seja assim, se há mais professores, há melhor qualidade de ensino, e por conseqüência mais alunos se formam. O governo quer dobrar o número de alunos, sem aumentar o de professores, e ao mesmo tempo elevar em 30% a taxa média de concluintes. Não há dúvidas que se trata de estabelecer a aprovação automática. O REUNI possibilitará o aumento em 89% do número de estudantes a ingressarem na Universidade Pública e aumentará em 182% o número de concluintes. Infelizmente, apesar do que alardeia o governo, não significará aumento no orçamento das IFES de conjunto.

A guerra contra o REUNI já começou

Se o governo estava achando que seria fácil instituir o REUNI nas universidades se enganou. Para ser implementado nas universidades, o REUNI precisa ser aprovado nos conselhos universitários de cada instituição. Já no primeiro semestre o movimento estudantil demonstrou a sua força ocupando várias reitorias pelo país e adiando a aprovação do REUNI em várias federais, como na UFJF e na UFRJ.
O governo Lula, acuado, se viu obrigado a adiar o conflito, postergando a data limite para que as universidades aprovem sua entrada no programa para o dia 15 de outubro. Mas desde já o movimento estudantil está protagonizando uma série de lutas com o objetivo de impedir a adesão das diferentes universidades federais ao programa do governo.
Na UFSC os estudantes ocuparam a reitoria por mais professores e contra o REUNI. A ocupação terminou com a conquista de uma parte da pauta dos estudantes, e com clima de muita empolgação para impedir a adesão ao REUNI. Recentemente os estudantes da UNIR ocuparam a reitoria um dia antes da data marcada para a adesão ao REUNI. A reitoria foi obrigada a recuar, adiando a adesão ao programa e estabelecendo um calendário de discussões.
Na UFF e na UFPR já estão ocorrendo assembléias e em várias delas os estudantes estão se posicionando contrários ao REUNI. Os estudantes da UFRJ realizaram um ato com 200 estudantes contra o REUNI no dia 13 de setembro e já estão programando novas manifestações. Várias executivas de curso e DCEs estão discutindo ações em seus encontros e congressos. Assim a luta contra o REUNI vai ganhando força nas universidades e angariando o apoio dos estudantes. A ação dos estudantes da UNIR e da UFSC se soma as ocupações realizadas durante o primeiro semestre e aos demais atos que estão ocorrendo atualmente e mostra que só através da nossa mobilização e organização seremos capazes de derrotar o REUNI.

A UNE do outro lado da trincheira

Infelizmente mais uma vez a União Nacional dos Estudantes (UNE) optou em ficar do lado do governo e contra os estudantes. É mais uma traição histórica dessa entidade que, desde que começou o governo Lula, defende a política de privatização e sucateamento da universidade pública. Ao sair em defesa do REUNI a UNE mostra que está morta como instrumento de luta dos estudantes, e que cumpre o papel de defender os interesses do governo no movimento estudantil. Mais uma vez o movimento estudantil combativo terá de organizar a luta por fora da UNE e contra a burocracia dessa entidade.
Preparar a construção de uma greve nacional contra o REUNI Todas as iniciativas que estão sendo construídas contra o REUNI são muito importantes. Mas é preciso ter claro que para barrar o ataque do governo o movimento estudantil, junto com docentes e servidores, precisará construir uma greve nacional da educação. Para que essa greve tenha força e seja bem sucedida é preciso discutir com cada estudante a gravidade do ataque do REUNI e a necessidade de construir uma greve para barrá-lo.
Os professores já começaram essa discussão. O ANDES-SN (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior – Sindicato Nacional) aprovou indicativo de greve para a última semana de setembro. Até lá, o movimento estudantil deve organizar assembléias, debates e atos, tudo com o objetivo de fortalecer a construção de um amplo movimento contra o REUNI.
A Conlute jogará todos os seus esforços na construção desse movimento com o objetivo de construir uma greve capaz de derrotar o plano do governo de liquidação da universidade pública. Mais do que nunca se mostra a necessidade de que o movimento estudantil avance para a construção de uma nova ferramenta de luta. A traição da UNE deixa claro que não é mais possível contar com essa entidade. Por isso a Conlute está chamando todos os lutadores do movimento estudantil a construir uma nova entidade nacional, que possa organizar nossas lutas e conduzir nossa esperança.
É hora de barrar o REUNI de Lula!

No marco da Contra-ofensiva que o movimento estudantil vem protagonizando desde a formação da Frente de Luta Contra a Reforma Universitária e a vitória da greve da USP, estudantes das universidades federais de todo o país entram em guerra contra o REUNI.

No dia 24 de Abril do presente ano, o presidente Lula instituiu, através do decreto 6.096, o REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais). Parte da Reforma Universitária de Lula, o REUNI significa o ataque mais ousado do governo Lula, até aqui, contra a Universidade Pública. Com essa medida Lula esperava decretar o fim do ensino superior federal no Brasil. Não por acaso. De fato o REUNI ao promover mudanças estruturais nas instituições federais de ensino superior, significará a morte da Universidade pública, gratuita e de qualidade.

O decreto de Lula

O decreto de Lula se baseia em uma série de medidas que tem como objetivo coroar o projeto de privatização e sucateamento das Universidades Federais, que vem se desenvolvendo a mais de uma década em nosso país.

Por trás do pomposo nome (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), o decreto esconde um conjunto de metas, que se implementadas transformarão as Universidades Federais em verdadeiros escolões de 3º grau, sem pesquisa, sem extensão, sem produção de conhecimento.
Logo no artigo 1º em seu parágrafo 1º o decreto diz a que veio: “§ 1o O Programa tem como meta global a elevação gradual da taxa de conclusão média dos cursos de graduação presenciais para noventa por cento e da relação de alunos de graduação em cursos presenciais por professor para dezoito, ao final de cinco anos, a contar do início de cada plano.”

Em outras palavras o decreto prevê a elevação da taxa de conclusão da graduação para 90% nas universidades federais. Se levarmos em conta que hoje a taxa de conclusão média é de apenas 60%, e que o aumento da taxa, em 30%, se realizará sem o aumento do orçamento para as IFES (Instituições Federais de Ensino Superior) como um todo, podemos concluir que, muito provavelmente, o projeto do governo iniciará as aprovações automáticas nas Universidades Federais.

Além disso, o parágrafo 1º do artigo 1º estabelece a meta de um professor para cada 18 alunos. Levando em conta que atualmente a relação média nas IFES é de um para 10, podemos concluir que a meta do governo é praticamente dobrar o número de estudantes em cada sala de aula, sem aumentar o número de professores. Vale dizer que segundo as estatísticas do MEC/INEP, a relação de um para 18 é equivalente à que se verifica em média nas superlotadas classes do Ensino Médio nacional. Não há dúvida. O governo quer fazer com o ensino público superior o que seus antecessores fizeram ao ensino médio.

Vale dizer que segundo os dados do próprio MEC, o governo quer aumentar dois índices que são inversamente proporcionais. Ao analisarmos o quadro das IFES no país, podemos observar que as Universidades Federais que possuem um número maior de professores em relação ao número de alunos, são as que possuem o maior percentual de concluintes na graduação. É natural que seja assim, se há mais professores, há melhor qualidade de ensino, e por conseqüência mais alunos se formam. O governo quer dobrar o número de alunos, sem aumentar o de professores, e ao mesmo tempo elevar em 30% a taxa média de concluintes. Não há dúvidas que se trata de estabelecer a aprovação automática.

O REUNI possibilitará o aumento em 89% do número de estudantes a ingressarem na Universidade Pública e aumentará em 182% o número de concluintes. Infelizmente, apesar do que alardeia o governo, não significará aumento no orçamento das IFES de conjunto.

A guerra contra o REUNI já começou

Se o governo estava achando que seria fácil instituir o REUNI nas universidades se enganou. Para ser implementado nas universidades, o REUNI precisa ser aprovado nos conselhos universitários de cada instituição. Já no primeiro semestre o movimento estudantil demonstrou a sua força ocupando várias reitorias pelo país e adiando a aprovação do REUNI em várias federais, como na UFJF e na UFRJ.

O governo Lula, acuado, se viu obrigado a adiar o conflito, postergando a data limite para que as universidades aprovem sua entrada no programa para o dia 15 de outubro. Mas desde já o movimento estudantil está protagonizando uma série de lutas com o objetivo de impedir a adesão das diferentes universidades federais ao programa do governo.

Na UFSC os estudantes ocuparam a reitoria por mais professores e contra o REUNI. A ocupação terminou com a conquista de uma parte da pauta dos estudantes, e com clima de muita empolgação para impedir a adesão ao REUNI.

Recentemente os estudantes da UNIR ocuparam a reitoria um dia antes da data marcada para a adesão ao REUNI. A reitoria foi obrigada a recuar, adiando a adesão ao programa e estabelecendo um calendário de discussões.

Na UFF e na UFPR já estão ocorrendo assembléias e em várias delas os estudantes estão se posicionando contrários ao REUNI. Os estudantes da UFRJ realizaram um ato com 200 estudantes contra o REUNI no dia 13 de setembro e já estão programando novas manifestações. Várias executivas de curso e DCEs estão discutindo ações em seus encontros e congressos.

Assim a luta contra o REUNI vai ganhando força nas universidades e angariando o apoio dos estudantes. A ação dos estudantes da UNIR e da UFSC se soma as ocupações realizadas durante o primeiro semestre e aos demais atos que estão ocorrendo atualmente e mostra que só através da nossa mobilização e organização seremos capazes de derrotar o REUNI.

A UNE do outro lado da trincheira

Infelizmente mais uma vez a União Nacional dos Estudantes (UNE) optou em ficar do lado do governo e contra os estudantes. É mais uma traição histórica dessa entidade que, desde que começou o governo Lula, defende a política de privatização e sucateamento da universidade pública.

Ao sair em defesa do REUNI a UNE mostra que está morta como instrumento de luta dos estudantes, e que cumpre o papel de defender os interesses do governo no movimento estudantil. Mais uma vez o movimento estudantil combativo terá de organizar a luta por fora da

UNE e contra a burocracia dessa entidade.

Preparar a construção de uma greve nacional contra o REUNI
Todas as iniciativas que estão sendo construídas contra o REUNI são muito importantes. Mas é preciso ter claro que para barrar o ataque do governo o movimento estudantil, junto com docentes e servidores, precisará construir uma greve nacional da educação. Para que essa greve tenha força e seja bem sucedida é preciso discutir com cada estudante a gravidade do ataque do REUNI e a necessidade de construir uma greve para barrá-lo.

Os professores já começaram essa discussão. O ANDES-SN (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior – Sindicato Nacional) aprovou indicativo de greve para a última semana de setembro. Até lá, o movimento estudantil deve organizar assembléias, debates e atos, tudo com o objetivo de fortalecer a construção de um amplo movimento contra o REUNI.

A Conlute jogará todos os seus esforços na construção desse movimento com o objetivo de construir uma greve capaz de derrotar o plano do governo de liquidação da universidade pública. Mais do que nunca se mostra a necessidade de que o movimento estudantil avance para a construção de uma nova ferramenta de luta. A traição da UNE deixa claro que não é mais possível contar com essa entidade. Por isso a Conlute está chamando todos os lutadores do movimento estudantil a construir uma nova entidade nacional, que possa organizar nossas lutas e conduzir nossa esperança.


ATO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


DIA 25/09 (TERÇA - FEIRA)
ÀS 11h

EM FRENTE A PREFEITURA
DE PORTO ALEGRE

VENHA PRA LUTA, PARTICIPE!




5 de set. de 2007

ESTUDANTES DO JULINHO ORGANIZAM VIGILIA CONTRA A ENTURMAÇÃO!

O Colégio Julinho é uma das referências na luta contra a enturmação, foram realizados varios atos e uma grande passeata no dia 22 de agosto.
Mas os estudantes do Julinho continuam na luta, no dia 04/09 (terça-feira) iniciou uma vigilia em frente a escola. São cerca de 60 estudantes acampados em frente ao colégio.
Foi criado um comando de mobilização desde o inicio da luta contra a enturmação, que reune os lideres de turma, o Grêmio Estudantil e o Movimento Vamo Bate Lata - construindo a CONLUTE.
Na frente do colégio foi organizado um visual com faixas e cartazes, são 30 metros de faixa contra a politica do Governo Yeda/Mariza de atacar a educação pública. No Coreto da Praça Piratini, em frente do Julinho, foi exposto um caixão, para demonstrar o enterro da educação pública no estado.
A Vigilia continua, participe... logo disponibilizaremos fotografias da atividade.

3 de set. de 2007

RS REALIZA REUNIÃO DA CONLUTE

Ocorreu no dia 02/09 (domingo) as 15h na sede da CONLUTAS estadual, a reunião da CONLUTE - RS, estiveream presentes na reunião cerca de 23 pessoas, representando as seguintes entidades movimentos: UESC (União dos Estudantes de Santa Cruz), Grêmio estudantil Polivalente - Santa Cruz do Sul, Grêmio Estudantil Alfredo Kliemann - Santa Cruz, Grêmio do Colégio Parobé - POA, CASTA - PUCRS, DAGE-UFRGS, Dirigentes do CHIST -UFRGS, Movimento Vamo Batê Lata, Movimento Atittude Alternativa - UNISINOS, Movimento Contracorrente, Movimento FJI - Colégio Ceara - POA, Militantes do PSTU e do CMR.
A Reunião teve como pauta: finanças, calendário de lutas, organização. sobre finanças foi discutido a necessidade do movimento estudantil se autofinanciar, para isso a CONLUTE a nivel nacional esta organizando uma rifa, para arrecadar fundos. Sobre calendario foi discutido o Plebiscito Popular, as mobilizações contra a enturmação. também foi discutido e deliberado sobre a proposta de construção de um congresso da CONLUTE no mês de outubro de 2007, a proposta foi defendida pelos companheiros do DAGE-UFRGS e Grêmio do Colégio Parobé, contraria a esta proposta foi defendida pela UESC (União dos Estudantes de Santa Cruz) a necessidade de continuar as lutas nas escolas e universidades, priorizar as eleições sindicais e a marcha a Brasilia, por isso dfenderam a necessidade de construir um grande encontro de estudantes no primeiro semestre de 2008.
A reunião da CONLUTE decidiu pela realização e construção do encontro/congresso da CONLUTE no primeiro semestre de 2008 por maioria, contando com 6 votos favoraveis. A proposta de construção do encontro esta ano contou com 2 votos favoraveis.
Ficou definido que a proxima reunião da CONLUTE será realizada no dia 01 de outubro, as 18h na sede do Sindicaixa.

24 de ago. de 2007

PORTO ALEGRE 4 MIL, EM SANTA CRUZ 1500 ESTUDANTES NAS RUAS EM DEFESA DA EDUCAÇÃO!!!
Thais Lopes - Santa Cruz do Sul (RS)
No dia 22 (quarta-feira) ocorreu em Santa Cruz do Sul(RS) a passeata de estudantes e trabalhadores da região do Vale do Rio Pardo em defesa da educação pública, o ato fez parte da Jornada Nacional de Lutas organizada pela Conlutas, conlute e outras entidades.A mobilização contou com a participação de cerca de 1500 pessoas, trancando as principais avenidas de acesso ao centro e se encerrando em frente à cordenadoria regional de educação onde a coordenadora Gardenia enviou uma acessora para ser vaiada em seu lugar que inclusive falou de costas aos estudantes e trabalhadores por não suportar as vaias.O ato teve como alvo principal à luta contra o projeto de “enturmação” do governo Yeda (PSDB) que pretende fechar mais de mil turmas, demitir professores, fechar escolas e a manutenção do corte de 50% da verba pra educação.

Nós estudantes Santa Cruzenses provamos que só com a luta vamos barrar a enturmação, assim como fizemos recentemente com o aumento da passagem prometido pelo prefeito Wenzel e que com muitas manifestações conseguimos impedir!!!

Veja algumas fotos:



23 de ago. de 2007

4 MIL ESTUDANTES E TRABALHADORES EM DEFESA
DA EDUCAÇÃO E CONTRA A ENTURMAÇÃO!
Giovanni Mangia - Porto Alegre (RS)


Na última quarta-feira, 22, ocorreu em Porto Alegre (RS) a passeata de estudantes e trabalhadores em defesa da educação pública. O ato fez parte da Jornada Nacional de Lutas organizada pela Conlutas, Intersindical, Conlute, MST e outras entidades.A mobilização contou com a participação de cerca de 4 mil pessoas, trancando as principais avenidas de acesso ao centro da capital gaúcha e encerrando em frente ao Palácio Piratini, sede do governo estadual.

O ato unificado teve como alvo principal a luta contra o projeto de “enturmação” do governo Yeda Crusius (PSDB), que pretende fechar mais de mil turmas, demitir professores, fechar escolas e a manter o corte de 50% da verba pra educação.

Mas o ato também atacou Lula e as reformas neoliberais, pois, se é verdade que o governo do PSDB ataca a educação pública, também é verdade que o governo federal, do PT, é o principal responsável pela situação precária da educação no Brasil, pois investe apenas 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação – metade dos miseráveis 7% previstos como meta no Plano Nacional de Educação (PNE). Além disso, Lula segue pagando a divida “eterna”. Só em 2006, o governo gastou com juros e amortizações das dívidas externa e interna nada menos que R$ 275 bilhões, ou seja, 36,7% do orçamento.

A Conlute e a juventude do PSTU se concentraram na praça Piratini, em frente ao Colégio Julio de Castilhos (“Julinho”), a maior escola do estado. A concentração do Julinho foi a maior e mais animada de todo o ato, chegando a mais de mil estudantes. Ao chegar na Praça Argentina, onde estavam concentradas as outras entidades, inclusive a UNE e a Ubes, a passeata da Conlute e o Grêmio do Julinho cantavam: “Com Lula lá, Yeda aqui, só tem dinheiro pro FMI!” e “eu sou Conlute e ‘tô’ na ação, eu ‘tô’ na luta contra a enturmação”. Logo após, a coluna da Conlute uniu-se ao ato e seguiu em direção ao Palácio do Governo.

UNE e UBES tentam evitar críticas ao Governo Lula

A UNE e a Ubes, dirigidas pela União da Juventude Socialista (UJS), que representa a juventude do PCdoB, tentaram, durante todo o ato, evitar críticas a Lula, centrando fogo na luta contra Yeda e PSDB.Essas entidades não cansam de defender Lula e virar as costas para os estudantes. A recente onda de ocupações de reitorias em todo o país mostrou de que lado elas estão: do lado do governo. Quando vêm para a luta, é justamente para evitar que o movimento estudantil se mobilize contra os ataques de Lula à educação pública e aos direitos dos estudantes e trabalhadores.

Veja algumas fotos:









21 de ago. de 2007

ESTUDANTES E PROFESSORES
UNIDOS CONTRA A ENTURMAÇÃO!

PARTICIPE DO ATO CONTRA A ENTURMAÇÃO

E OS ATAQUES DE YEDA E LULA À EDUCAÇÃO PÚBLICA!

CONCENTRAÇÃO NO

COLÉGIO JULINHO

ÀS 9h30min

VENHA PRA LUTA, JUNTOS VENCEREMOS!!!!

Maiores Informações:

Tamyres - 84288430

Lucas Sena - 91370710

Giovanni Mangia - 81665166

20 de ago. de 2007

PARALISAÇÃO DE ESTUDANTES AGITOU A MANHÃ
DE SANTA CRUZ
DO SUL !!!

Por Thais Lopes - Santa Cruz do Sul


Hoje pela manhã estudantes das escolas Polivalente, Luiz Dourado e Rosário em Santa Cruz do Sul - RS, se negaram a entrar na sala de aula perante a medida de "ENTURMAÇÃO" da governadora Yeda que quer colocar 50 estudantes por sala de aula para " redistribuir" os professores, demitindo os professores que estão em contrato de emergência e economizar com a educação pública, os ataques de Yeda à educação não são de agora, as escolas públicas já vêm sobrevivendo com apenas 70 % da verba destinada à educação a bastante tempo, Yeda também já vinha sucateando o ensino com o projeto de municipalização que joga as escolas estaduais na mão dos municípios, assim abrindo espaço para privatização do ensino Público.. EDUCAÇÃO NÃO É GASTO É INVESTIMENTO !!!

A PARALISAÇÃO estudantes foi organizada pela UESC( União dos Estudantes Santa Cruzenses) e CONLUTE junto com os líderes de turma e grêmios estudantís destas escolas. Há muito tempo o descaso dos governos com a educação vêm nos afetando, disse uma estudante do colégio Polivalente.
Os estudantes também não esqueceram dos ataques do governo LULA que só nos primeiros quatro anos de governo cortou R$ 130 bilhões da educação e fez um " caco" de reforma universitária que cada vez afasta mais os estudantes da universidade pública, com odinheiro da compra de vagas nas universidades privadas, que só privilegia os tubarões do ensino, daria para dobrar o número de universidades públicas em todo país, esta também é uma reivindicação nossa, pois aqui em Santa Cruz não existe universidade pública federal.
Contra os ataques de LULA e YEDA continuaremos lutando em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade.

Quarta-feira tem mais mobilização e desta vez juntos, estudantes e trabalhadores vão tomar as ruas de Santa Cruz novamente fazendo uma grande manifestação de toda a região do vale do Rio Pardo no Rio Grande Sul!!!

13 de ago. de 2007

CONTRA A ENTURMAÇÃO
E os ataques de Lula e Yeda a educação!
Giovanni Mangia - Porto Alegre

Não é de agora que a educação pública vem sofrendo ataques por parte dos governos estaduais e do Governo Lula. No Rio Grande do Sul, a Governadora Yeda Crusius (PSDB), vem aplicando sua política de “choque de gestão” cortando verbas das áreas sociais e mantendo o arrocho salarial dos servidores públicos. Mas por outro lado segue com sua política de incentivos ficais as grandes empresas e o pagamento da divida com a união.

Recentemente o Governo Yeda, através da Secretária Estadual de Educação, Mariza Abreu, anunciou a política de “enturmação”, seu novo ataque à escola pública, que tem como meta fechar mil turmas em todo estado, criando novas turmas de 50 estudantes nas escolas, mantendo o corte de 50% do repasse das verbas do Estado para as escolas e sua situação precária, pois faltam professores, funcionários e os prédios das escolas estão cada vez mais sucateados com infiltrações e falta de segurança.

A política de enturmação do governo Yeda/Mariza é a expressão máxima da falta de compromisso dos governos com a educação pública, pois ao invés de contratar mais professores e funcionários de escolas para suprir as necessidades, o Governo do Estado prefere fechar mil turmas e entulhar os estudantes nas salas de aula para redistribuir professores, além disso a meta da SEC é demitir os professores que estão em contrato de emergência para diminuir a folha de pagamento.

Mas as escolas começam a se mobilizar contra o projeto do Governo, assembléias de professores e estudantes, atos na frente das escolas e paralisações fazem parte do calendário de lutas, os professores já definiram estado de greve em assembléia geral da categoria. No interior do estado os estudantes saem às ruas, em Santa Cruz do Sul a UESC (União dos Estudantes de Santa Cruz do Sul), entidade que faz parte da CONLUTE, organizou um ato na cidade no dia 07 que contou com a presença de cerca de 500 estudantes contra a política de enturmação e contra os ataques de Lula e Yeda a educação pública.


Em Porto Alegre, no dia 09, se realizaram vários atos descentralizados nas escolas, reunindo mais de mil estudantes, foram bloqueada três avenidas importante da cidade, no Colégio Julio de Castilhos, o maior colégio do Estado, os estudantes deliberaram em Assembléia Geral estado de greve, além disso, definiram um calendário de mobilização para as próximas semanas, a Juventude do PSTU e o Movimento Vamo Batê Lata – Construindo a CONLUTE esta na linha dessas mobilizações e na concretização do calendário de lutas aprovado nas escolas e na construção de um grande ato no dia 22 de agosto em defesa da educação pública.

9 de ago. de 2007

RS: Estudantes se mobilizam
Contra os ataques à educação!


Não é de agora que a educação pública vem sofrendo ataques por parte dos governos estaduais e do Governo Lula. No Rio Grande do Sul, a Governadora Yeda Crusius (PSDB), vem aplicando sua política de “choque de gestão” cortando verbas das áreas sociais e mantendo o arrocho salarial dos servidores públicos. Mas por outro lado segue com sua política de incentivos ficais as grandes empresas e o pagamento da divida com a união.

Recentemente o Governo Yeda, através da Secretária Estadual de Educação (SEC), Mariza Abreu, anunciou a política de “enturmação”, seu novo ataque à escola pública, que tem como meta fechar mil turmas em todo estado, criando novas turmas de 50 estudantes nas escolas, mantendo o corte de 50% do repasse das verbas do Estado para as escolas e sua situação precária, pois faltam professores, funcionários e os prédios das escolas estão cada vez mais sucateados com infiltrações e falta de segurança.

A política de enturmação do governo Yeda/Mariza é a expressão máxima da falta de compromisso dos governos com a educação pública, pois ao invés de contratar mais professores e funcionários de escolas para suprir as necessidades, o Governo do Estado prefere fechar mil turmas e entulhar os estudantes nas salas de aula para redistribuir professores, além disso a meta da SEC é demitir os professores que estão em contrato de emergência para diminuir a folha de pagamento.

Mas as escolas começam a se mobilizar contra o projeto do Governo, assembléias de professores e estudantes, atos na frente das escolas e paralisações fazem parte do calendário de lutas, os professores já definiram estado de greve em assembléia geral da categoria. No interior do estado os estudantes saem às ruas, em Santa Cruz do Sul a UESC (União dos Estudantes de Santa Cruz do Sul), entidade que faz parte da CONLUTE, organizou um ato na cidade no dia 07 que contou com a presença de cerca de 500 estudantes contra a política de enturmação e contra os ataques de Lula e Yeda a educação pública.

Em Porto Alegre, no dia 09, se realizaram vários atos descentralizados nas escolas, reunindo mais de mil estudantes, foram bloqueada três avenidas importante da cidade, no Colégio Julio de Castilhos, o maior colégio do Estado, os estudantes deliberaram em Assembléia Geral estado de greve, além disso, definiram um calendário de mobilização para as próximas semanas, a Juventude do PSTU e o Movimento Vamo Batê Lata – Construindo a CONLUTE esta na linha dessas mobilizações e na concretização do calendário de lutas aprovado nas escolas e na construção de um grande ato no dia 22 de agosto em defesa da educação pública.

CONTRA A ENTURMAÇÃO!
CONTRA OS ATAQUES DE LULA E YEDA A EDUCAÇÃO!